Corri os 4 cantos do mundo, contornei as arestas inexistentes, escrevi poemas com o meu próprio sangue, vomitei a minha alma e queimei o meu corpo.
Deparei-me com demónios, fiz amizades, e cometi loucuras, amei quando não havia nada para ser amado, talvez amei-me a mim próprio.
Viajei em Unicórnios e alimentei-me aves, rasgava-lhes as asas e devorava os seus corpos, ainda quentes e com um resto de batimento cardíaco.
Visitei limbos, escuros, negros, com coisas que nem sequer sei o nome, aceitei defeitos e vendi virtudes para comprar almas de companhia, hoje também já se foram, “partimos pela porta, e voamos pelos céus” escreveram elas num papel antes de me deixarem para trás, sozinho.
Hoje não sei quem me faz companhia, não o vejo, só ouço os passos e a respiração, as vezes altera-se, deve ser quando está a sonhar com o mundo de onde veio... Se calhar amanhã leva-me com ele para lá, ou talvez para a semana… É sempre ele que decide quando vamos.
Deparei-me com demónios, fiz amizades, e cometi loucuras, amei quando não havia nada para ser amado, talvez amei-me a mim próprio.
Viajei em Unicórnios e alimentei-me aves, rasgava-lhes as asas e devorava os seus corpos, ainda quentes e com um resto de batimento cardíaco.
Visitei limbos, escuros, negros, com coisas que nem sequer sei o nome, aceitei defeitos e vendi virtudes para comprar almas de companhia, hoje também já se foram, “partimos pela porta, e voamos pelos céus” escreveram elas num papel antes de me deixarem para trás, sozinho.
Hoje não sei quem me faz companhia, não o vejo, só ouço os passos e a respiração, as vezes altera-se, deve ser quando está a sonhar com o mundo de onde veio... Se calhar amanhã leva-me com ele para lá, ou talvez para a semana… É sempre ele que decide quando vamos.